A alimentação ao seio materno representou por décadas a forma exclusiva de nutrição do ser humano nos primeiros meses de vida. No início do século XX, com as mudanças no estilo de vida e no papel da mulher na sociedade industrializada, e com a intensa propaganda da indústria alimentícia, houve uma diminuição marcante da amamentação.
Então, em 1970, surge na literatura uma explosão de conhecimentos sobre o aleitamento natural,suas vantagens para a mãe e recém-nascido, e superioridade em relação ao leite artificial.
Desde então se faz presente a "cultura da amamentação", inegavelmente relacionada a fatores sociais, econômicos e culturais, e cuja manutenção e ampliação dependem do apoio das equipes de saúde, cujas diretrizes são:informação, manejo prático e rotinas hospitalares.
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